A recomendação foi baseada entre outros, numa denúncia anônima que informou uma suposta fraude, sendo que a vaga para advogado seria direcionada a um certo candidato.
Além de suspender o concurso, a recomendação ainda abrange a suspensão de atos e pagamentos referentes ao certame à empresa Instituto Brasil, responsável pela aplicação das provas, bem como a imediata recomposição do dinheiro gasto com a licitação aos cofres públicos.
O poder público municipal tem prazo de 10 dias para informar ao MP o acolhimento ou não da recomendação, sob pena de ajuizamento imediato de ação de anulação do concurso público e a responsabilização criminal e civil do Prefeito, por ato de improbidade administrativa.